“Convergência Midiática em Sistemas de Comunicação Regionais – a Experiência do JC” foi o tema do primeiro painel do segundo dia da Semana de Jornalismo, na quarta-feira (24), da Universidade Católica de Pernambuco. Os palestrantes do bate-papo, o diretor Laurindo Ferreira e a estagiária em Multimídia, Marília Bonholser interagiram com o público passando informações a cerca do tema.
Laurindo Ferreira iniciou o painel mostrando um vídeo da Editora Globo que fala do desafio na profissão neste século. O slogan era: “A campanha do Globo muito além do papel”. Ao explicar o que o jornal queria passar para o público, ele disse que o jornalista precisa ser mais do que é hoje. Isso ocorre, principalmente, por causa das mudanças que a profissão vem sofrendo com a chegada da internet. “Atualmente, não somos um profissional de um veículo só, pois temos que está nos aprimorando. Os leitores mudaram e temos com nos adaptar”, mencionou.
Outro ponto apontado foi à contemporaneidade do jornalismo está caminhando para a era digital e que uma marca tem que está em todas as plataformas. O JCPM é um exemplo dessas marcas apontadas por Laurindo Ferreira. Ele também abordou a importância de uma empresa interagir com o leitor. “Hoje as pessoas querem colaborar. O jornalismo vai se tornar mais colaborativo”, disse ele.
A estagiária de Multimídia do Jornal do Commercio, Marília Bonholser, comentou como é o trabalho e por ser uma profissão recente no mercado. Ela comentou que no jornal algumas pessoas vêem a função de multimídia com preconceito e com medo que tire a vaga de profissionais antigos. “Por ser algo novo, justamente não vai tirar o trabalho de ninguém”, disse. O trabalho é muito ágil e precisa de equipamentos adequados ao online.
Um dos alunos presentes no painel perguntou da condição do trabalho no multimídia, se uma reportagem mal filmada poderia tirar a credibilidade. “A qualidade na web é relativa, um vídeo no youtube pode ser considerado melhor do que uma novela. Isso vai depender do público”, defendeu Laurindo Ferreira.
Para finalizar o painel, os dois comentaram a antiga polêmica em volta dos jornais que diz que irá acabar com a internet. Em relação ao Jornal do Commercio, Laurindo Ferreira afirma que, atualmente, a receita do impresso supre o prejuízo do online. A diferença que a empresa percebe que a internet será o futuro nos lucros e precisa continuar com os investimentos.
Laurindo Ferreira iniciou o painel mostrando um vídeo da Editora Globo que fala do desafio na profissão neste século. O slogan era: “A campanha do Globo muito além do papel”. Ao explicar o que o jornal queria passar para o público, ele disse que o jornalista precisa ser mais do que é hoje. Isso ocorre, principalmente, por causa das mudanças que a profissão vem sofrendo com a chegada da internet. “Atualmente, não somos um profissional de um veículo só, pois temos que está nos aprimorando. Os leitores mudaram e temos com nos adaptar”, mencionou.
Outro ponto apontado foi à contemporaneidade do jornalismo está caminhando para a era digital e que uma marca tem que está em todas as plataformas. O JCPM é um exemplo dessas marcas apontadas por Laurindo Ferreira. Ele também abordou a importância de uma empresa interagir com o leitor. “Hoje as pessoas querem colaborar. O jornalismo vai se tornar mais colaborativo”, disse ele.
A estagiária de Multimídia do Jornal do Commercio, Marília Bonholser, comentou como é o trabalho e por ser uma profissão recente no mercado. Ela comentou que no jornal algumas pessoas vêem a função de multimídia com preconceito e com medo que tire a vaga de profissionais antigos. “Por ser algo novo, justamente não vai tirar o trabalho de ninguém”, disse. O trabalho é muito ágil e precisa de equipamentos adequados ao online.
Um dos alunos presentes no painel perguntou da condição do trabalho no multimídia, se uma reportagem mal filmada poderia tirar a credibilidade. “A qualidade na web é relativa, um vídeo no youtube pode ser considerado melhor do que uma novela. Isso vai depender do público”, defendeu Laurindo Ferreira.
Para finalizar o painel, os dois comentaram a antiga polêmica em volta dos jornais que diz que irá acabar com a internet. Em relação ao Jornal do Commercio, Laurindo Ferreira afirma que, atualmente, a receita do impresso supre o prejuízo do online. A diferença que a empresa percebe que a internet será o futuro nos lucros e precisa continuar com os investimentos.
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